Quadrilha é acusada de furtar mais de R$ 1 milhão de clientes de Internet bankin

Cerca de 250 policiais federais participam nesta terça-feira, 04/12, da Operação Muro de Fogo para prender integrantes de uma organização que fraudava contas bancárias pela Internet. A PF (Polícia Federal) estima que a quadrilha seja responsável pelo furto de mais de R$ 1 milhão por mês entre saques em caixa eletrônico, pagamentos de boletos e saques na boca do caixa. De acordo com nota divulgada pela assessoria da PF, foram expedidos 50 mandados de prisão e 51 de busca e apreensão. Os mandados estão sendo cumpridos em Uberaba (MG), Goiânia (GO) e São Joaquim da Barra (SP), cidades onde a quadrilha atuava. Segundo a PF, a quadrilha lesava milhares de correntistas e diversas instituições financeiras ao realizar transações não autorizadas com números de contas correntes e senhas obtidas indevidamente. O grupo utilizava um programa espião, disseminado por mensagens de e-mail e instalado nos computadores dos usuários. Com o programa, chamado de trojan, os computadores eram monitorados e os números das contas bancárias e as senhas eram capturados. De acordo com a Polícia Federal, posteriormente a quadrilha transferia os valores das contas bancárias capturadas para contas de laranjas e efetuava saques e pagamentos. A operação é chamada de Muro de Fogo por ser uma tradução da palavra firewall, software que protege os computadores contra invasões externas.


Luiz Celso Terça - 04 de Dezembro de 2007 às 13:59

Cerca de 250 policiais federais participam nesta terça-feira, 04/12, da Operação Muro de Fogo para prender integrantes de uma organização que fraudava contas bancárias pela Internet.

A PF (Polícia Federal) estima que a quadrilha seja responsável pelo furto de mais de R$ 1 milhão por mês entre saques em caixa eletrônico, pagamentos de boletos e saques na boca do caixa.

De acordo com nota divulgada pela assessoria da PF, foram expedidos 50 mandados de prisão e 51 de busca e apreensão. Os mandados estão sendo cumpridos em Uberaba (MG), Goiânia (GO) e São Joaquim da Barra (SP), cidades onde a quadrilha atuava.

Segundo a PF, a quadrilha lesava milhares de correntistas e diversas instituições financeiras ao realizar transações não autorizadas com números de contas correntes e senhas obtidas indevidamente.

O grupo utilizava um programa espião, disseminado por mensagens de e-mail e instalado nos computadores dos usuários. Com o programa, chamado de trojan, os computadores eram monitorados e os números das contas bancárias e as senhas eram capturados.

De acordo com a Polícia Federal, posteriormente a quadrilha transferia os valores das contas bancárias capturadas para contas de laranjas e efetuava saques e pagamentos.

A operação é chamada de Muro de Fogo por ser uma tradução da palavra firewall, software que protege os computadores contra invasões externas.

Fonte: WNews

Quadrilha acusada de furtar mais R 1 milho clientes Internet bankin