Apesar de a rede social ser fechada e exigir que os usuários registrem-se utilizando sua identidade real, o site ainda sai perdendo: usuários podem ser enganados e persuadidos a curtir algo, softwares maliciosos podem ser usados para infiltrar contas e crackers ganham dinheiro vendendo "likes" a granel.
O anúncio surge por conta da intensa pressão sob o Facebook para provar ser uma plataforma de publicidade digital poderosa e rentável. A rede social disse que sempre teve sistemas para eliminar a fraude, mas que agora "aumentamos nossos esforços automatizados."
"Um Curtir que vem de alguém que não está realmente interessado em se conectar com uma página não traz benefícios a ninguém", disse a empresa. "Identidade real, tanto para usuários quanto para marcas, é importante. Não apenas para a missão do site de ajudar o mundo a compartilhar conteúdo, mas também para a necessidade de pessoas e clientes de conectarem-se autenticamente a páginas que eles tem algum interesse."
O Facebook procurou tranquilizar os utilizadores, dizendo que menos de 1% dos "curtir" será removido, em média, de uma página.
A empresa já enfrentou perguntas sobre a legitimidade de cliques nos anúncios que vende. Em julho, uma companhia chamada Run Limited, que possui uma plataforma utilizada para a venda de música digital e de mercadorias, disse acreditar que apenas cerca de 20% dos cliques que eles pagaram vieram de usuários verdadeiros.
No entanto, a empresa se recusou a conceder uma entrevista depois de sua acusação. Chegou até a excluir sua FanPage, mas mantém presença no Tumblr e Twitter.