Quando o supervisor de suporte técnico Marcos Antonio Constancio resolveu comprar um notebook para auxiliá-lo na faculdade, não imaginava que os problemas com essa compra iriam, pelo contrário, atrapalhar seu estudos e o período de provas. No início de maio, ele pagou R$ 2.900,00 por um notebook anunciado no conhecido site de leilões iBazar, mas até hoje não recebeu o produto. E certamente não irá recebê-lo.
Pelas características do computador - teoricamente um Toshiba Pentium III, 800 MHz, 128 Mb de RAM, HD de 20 Gb, DVD ROM, gravador de CD, com apenas três meses de uso, um ano de garantia e nota fiscal - o produto estava muito barato, sem dúvida. Mas Constancio tinha pressa para concluir seu curso e não prestou atenção em certos detalhes. Por exemplo, no site da falsa "Segurlink", hospedado gratuitamente no provedor hpG, e que foi indicado pelo vendedor Mauro Sérgio da Silva (o nome deve ser fictício) para fazer uma transação segura pela Internet.
Após alguns e-mails trocados com o vendedor, Constancio, que mora em São Paulo, acessou o site, preencheu um formulário e depositou o dinheiro em uma conta da Caixa Econômica Federal, numa agência de Curitiba. A conta seria da "Segurlink", mas o nome do titular é Giane (ou Li/Giane) M. dos Santos. No cadastro do iBazar, o vendedor Mauro da Silva também forneceu um endereço de Curitiba.
A transação deveria ocorrer da seguinte forma: o comprador deposita o dinheiro na conta da "Segurlink", que cobra uma taxa pelos seus serviços. A empresa notifica o vendedor de que o dinheiro já está disponível. O vendedor entrega o produto, o comprador o verifica e, se estiver de acordo, o dinheiro é repassado ao vendedor. Caso contrário, tanto o dinheiro quanto o produto são devolvidos. Tudo de modo absolutamente seguro - na aparência.
Marcos Constancio depositou os R$ 2.900,00 no dia 7 de maio deste ano (veja cópia do comprovante). No mesmo dia, recebeu um e-mail da falsa "Segurlink" avisando que após compensação do valor o vendedor seria notificado e o produto seria entregue. No dia 13, Constancio ainda não tinha recebido o notebook e escreveu para a "empresa". Esta informou que, se dentro de três dias o computador não chegasse, o dinheiro seria devolvido.
Cinco dias depois, nada de notebook. A "Segurlink" prometeu a devolução do dinheiro dentro do prazo de uma semana e pediu os dados bancários de Constancio para fazer o depósito. O dinheiro não foi devolvido. No dia 29, Constancio, já desesperado, escreveu um e-mail com o título "Pelo amor de Deus", dizendo que precisava do dinheiro para comprar outro notebook e que todo o problema já tinha atrasado seus trabalhos na faculdade. No dia 31 de maio, a "empresa" apresentou uma desculpa fantasiosa: o vendedor Mauro Sérgio da Silva seria um hacker que forjou o endereço de e-mail da "Segurlink" e já havia enganado outros cinco consumidores, num total de cerca de R$ 8 mil.
"Acreditamos que o mesmo tenha fraudado sites como Arremate e Lokau se passando por compradores criando e-mail e contas falsas para solicitar reembolso", escreveu o responsável pelo site Segurlink.hpg.com.br. "Já registramos a queixa e nossos advogados estão solicitando a quebra do sigilo bancário do usuário", completou.
Desde então, Constancio só vem recebendo promessas vãs de devolução de seu dinheiro. A última, do dia 10 de junho, pode até ser vista no site Reclame Aqui. Nesta mensagem, a empresa-fantasma continua sustentando a história de que Mauro da Silva é um hacker. Mas o mais provável é que o próprio vendedor seja um dos responsáveis pela "Segurlink, e que esta seja uma quadrilha de fraudadores de sites de leilões estabelecida em Curitiba. Há alguns indícios que reforçam estas hipóteses: nos e-mails que Constancio recebeu da suposta empresa e de Mauro da Silva há um erro de grafia peculiar - a palavra "atensiosamente", escrita com "s". Além disso, a conta bancária de Giane dos Santos, na qual o dinheiro foi depositado, é de Curitiba, assim como o endereço fornecido pelo vendedor e pela "Segurlink". Também há declarações que
O iBazar, que foi contatado algumas vezes por Constancio, se exime de qualquer responsabilidade. Na última mensagem que enviou ao comprador, o departamento de comunicação do site afirmou que "o MercadoLivre e iBazar funcionam como um classificado de jornal", e que as transações "são feitas entre comprador e vendedor, que assumem a responsabilidade sobre a segurança da negociação". O site sugere ainda que Marcos Constancio "entre em contato com o vendedor para acertar o envio" do produto. Mas é exatamente isso que ele vem tentando fazer há cerca de um mês. O telefone informado pelo vendedor está desativado e, há alguns dias, os e-mails enviados para seu endereço voltam com o aviso de que a caixa postal está cheia.
As características da transação feita no iBazar e do site Segurlink.hpg.com.br mostram outras implicações legais, que ultrapassam o caso de Marcos Constancio, e indicam que há outras vítimas de fraudes.
alerto a todas as pessoas lezadas através do sitio ibazar ou outros do parana , entrar em contato pelo fone 3239448 edilson no dpto da policia civil/coordenação de informatica
Isto eu axu ate pouco, sabe, isso é para esse tipo de gente uqe comprar as coisas baratas e quer entrar nessa onda de comprar tudo pela internet ate papel higienico!ORa um computador desse pelo preço anuciado, ora bolas! Agora vá atras do Ibazar para saber se ele vai tomar as dores dele!Ora mais dá ate raiva....
Eu tambem fui fraudado no Lokau. Alem de não se responsabilizar pelos danos o Site ainda não me forneceu informações essenciais (Time stamp)para o rastremanento do individuo já que possuia recursos para rastrear e iria abrir um processo legal contra o individuo. O site simplesmente ignora os pedidos de informação não tendo o minimo respeito com o usuario.
Fui também ludibriado, só que foi no site do Mercado Livre, sendo que o site apresentou a mesma desculpa para não ser responsabilizado pela fraude. Inclusive já entrei com reclamação junto a DECON/BSB.
Quando o supervisor de suporte técnico Marcos Antonio Constancio resolveu comprar um notebook para auxiliá-lo na faculdade, não imaginava que os problemas com essa compra iriam, pelo contrário, atrapalhar seu estudos e o período de provas. No início de maio, ele pagou R$ 2.900,00 por um notebook anunciado no conhecido site de leilões iBazar, mas até hoje não recebeu o produto. E certamente não irá recebê-lo.
Pelas características do computador - teoricamente um Toshiba Pentium III, 800 MHz, 128 Mb de RAM, HD de 20 Gb, DVD ROM, gravador de CD, com apenas três meses de uso, um ano de garantia e nota fiscal - o produto estava muito barato, sem dúvida. Mas Constancio tinha pressa para concluir seu curso e não prestou atenção em certos detalhes. Por exemplo, no site da falsa "Segurlink", hospedado gratuitamente no provedor hpG, e que foi indicado pelo vendedor Mauro Sérgio da Silva (o nome deve ser fictício) para fazer uma transação segura pela Internet.
Após alguns e-mails trocados com o vendedor, Constancio, que mora em São Paulo, acessou o site, preencheu um formulário e depositou o dinheiro em uma conta da Caixa Econômica Federal, numa agência de Curitiba. A conta seria da "Segurlink", mas o nome do titular é Giane (ou Li/Giane) M. dos Santos. No cadastro do iBazar, o vendedor Mauro da Silva também forneceu um endereço de Curitiba.
A transação deveria ocorrer da seguinte forma: o comprador deposita o dinheiro na conta da "Segurlink", que cobra uma taxa pelos seus serviços. A empresa notifica o vendedor de que o dinheiro já está disponível. O vendedor entrega o produto, o comprador o verifica e, se estiver de acordo, o dinheiro é repassado ao vendedor. Caso contrário, tanto o dinheiro quanto o produto são devolvidos. Tudo de modo absolutamente seguro - na aparência.
Marcos Constancio depositou os R$ 2.900,00 no dia 7 de maio deste ano (veja cópia do comprovante). No mesmo dia, recebeu um e-mail da falsa "Segurlink" avisando que após compensação do valor o vendedor seria notificado e o produto seria entregue. No dia 13, Constancio ainda não tinha recebido o notebook e escreveu para a "empresa". Esta informou que, se dentro de três dias o computador não chegasse, o dinheiro seria devolvido.
Cinco dias depois, nada de notebook. A "Segurlink" prometeu a devolução do dinheiro dentro do prazo de uma semana e pediu os dados bancários de Constancio para fazer o depósito. O dinheiro não foi devolvido. No dia 29, Constancio, já desesperado, escreveu um e-mail com o título "Pelo amor de Deus", dizendo que precisava do dinheiro para comprar outro notebook e que todo o problema já tinha atrasado seus trabalhos na faculdade. No dia 31 de maio, a "empresa" apresentou uma desculpa fantasiosa: o vendedor Mauro Sérgio da Silva seria um hacker que forjou o endereço de e-mail da "Segurlink" e já havia enganado outros cinco consumidores, num total de cerca de R$ 8 mil.
"Acreditamos que o mesmo tenha fraudado sites como Arremate e Lokau se passando por compradores criando e-mail e contas falsas para solicitar reembolso", escreveu o responsável pelo site Segurlink.hpg.com.br. "Já registramos a queixa e nossos advogados estão solicitando a quebra do sigilo bancário do usuário", completou.
Desde então, Constancio só vem recebendo promessas vãs de devolução de seu dinheiro. A última, do dia 10 de junho, pode até ser vista no site Reclame Aqui. Nesta mensagem, a empresa-fantasma continua sustentando a história de que Mauro da Silva é um hacker. Mas o mais provável é que o próprio vendedor seja um dos responsáveis pela "Segurlink, e que esta seja uma quadrilha de fraudadores de sites de leilões estabelecida em Curitiba. Há alguns indícios que reforçam estas hipóteses: nos e-mails que Constancio recebeu da suposta empresa e de Mauro da Silva há um erro de grafia peculiar - a palavra "atensiosamente", escrita com "s". Além disso, a conta bancária de Giane dos Santos, na qual o dinheiro foi depositado, é de Curitiba, assim como o endereço fornecido pelo vendedor e pela "Segurlink". Também há declarações que
O iBazar, que foi contatado algumas vezes por Constancio, se exime de qualquer responsabilidade. Na última mensagem que enviou ao comprador, o departamento de comunicação do site afirmou que "o MercadoLivre e iBazar funcionam como um classificado de jornal", e que as transações "são feitas entre comprador e vendedor, que assumem a responsabilidade sobre a segurança da negociação". O site sugere ainda que Marcos Constancio "entre em contato com o vendedor para acertar o envio" do produto. Mas é exatamente isso que ele vem tentando fazer há cerca de um mês. O telefone informado pelo vendedor está desativado e, há alguns dias, os e-mails enviados para seu endereço voltam com o aviso de que a caixa postal está cheia.
As características da transação feita no iBazar e do site Segurlink.hpg.com.br mostram outras implicações legais, que ultrapassam o caso de Marcos Constancio, e indicam que há outras vítimas de fraudes.
alerto a todas as pessoas lezadas através do sitio ibazar ou outros do parana , entrar em contato pelo fone 3239448 edilson no dpto da policia civil/coordenação de informatica
Isto eu axu ate pouco, sabe, isso é para esse tipo de gente uqe comprar as coisas baratas e quer entrar nessa onda de comprar tudo pela internet ate papel higienico!ORa um computador desse pelo preço anuciado, ora bolas! Agora vá atras do Ibazar para saber se ele vai tomar as dores dele!Ora mais dá ate raiva....
Eu tambem fui fraudado no Lokau. Alem de não se responsabilizar pelos danos o Site ainda não me forneceu informações essenciais (Time stamp)para o rastremanento do individuo já que possuia recursos para rastrear e iria abrir um processo legal contra o individuo. O site simplesmente ignora os pedidos de informação não tendo o minimo respeito com o usuario.
Fui também ludibriado, só que foi no site do Mercado Livre, sendo que o site apresentou a mesma desculpa para não ser responsabilizado pela fraude. Inclusive já entrei com reclamação junto a DECON/BSB.